PONDO EM PRÁTICA AS TÉCNICAS E REPRODUZINDO OS BONS EXEMPLOS! 07
"O fazer aperfeiçoa-se ou desfaz-se"
Na última postagem desafiei aos meus colegas ( na verdade propus a quem se interessar ) produzir a sua própria aula abordando o seu conteúdo e assunto dentro dele.
Claro quem quiser partir do zero, for humilde, rapidamente a partir das dicas e dos bons exemplos de colegas que já fazem isso no youtube e em outras plataformas com grande êxito ( comprovado não só pelos views mas pela compreensão e aprendizado de seus espectadores ) terá grande êxito e se surpreenderá com a sua capacidade pessoal de fazer algo novo e bem feito.
Na próxima postagem eu colocarei os vídeos usando as primeiras postagens deste blog para provar como pode ser feito.
Entretanto nesta postagem quero colocar que não são de regras, técnicas e tradições prontas que advêm o sucesso ou a eficácia de algo. O jornalismo consagrado ( pelo como fazer ) e não pelo crédito que já foi perdido há tempos, o da Rede Globo, para quem não sabe tem origem na antiga TV Paulista, nos Diários de Emissoras Associados e na antiga TV Record, de onde os primeiros grandes jornalistas, apresentadores e âncoras foram importados. Porém estas mesmas posturas consagradas através de décadas, ensinada e aprendida nas faculdades de jornalismos, postas em prática apenas por serem obedecidas, fazem apresentadores da Band Minas, Rede Minas e outros canais menores serem absolutamente iguais e sem notoriedade.
O que isto significa?
Significa que além do valor e da contribuição do que é construído através da experiência de décadas há sempre de se acrescentar ou ser acrescentado algo mais, algo pessoal, singular e que funcione muito bem.
Se você se der ao trabalho de assistir cada um dos vídeos anteriores com professores ( todos são professores, nenhum é ator falando de algum assunto na sua área específica ! ) perceberá que emboras obedecendo as técnicas e conselhos que compartilhei aqui, cada um imprime a sua personalidade, o seu jeto pessoal e sua identidade na transmissão do conhecimento que se propuseram a transmitir.
E é assim que deve ser: como expressa o pensamento no início desta postagem: o fazer aperfeiçoa o que já está sendo feito tornando-o mais eficiente em algum aspecto ou mata, destrói todo esforço anterior.
Logo é no fazer que se descobre se algo funciona ou não!
A efetividade das coisas nem sempre consagram o seu sucesso e eficácia!
Talvez esta seja a fonte de toda crítica à escola tradicional que pelo conforto de saber como fazer delegou toda a eficácia ao que sempre foi feito. Por outro lado o acréscimo de novidades simplesmente tiradas da cartola por irresponsáveis, matou tanto o que se tinha como mostrou ineficiente os novos métodos e estratégias acrescidos às pressas pelo calor de serem só novidades.
Vale o equilíbrio, a sensibilidade e a prontidão na correção de métodos e objetivos. O que funciona ( e não aparentemente é bem aceito ) deve ser mantido e sempre aprimorado, como em todas as áreas do fazer humano. Pontes constituem uma solução e invenção antiquissimas mas jamais abandonamos esta interessante solução anônima e "primitiva" apenas a aperfeiçoamos exponencialmente! na educação deveria ser a mesma coisa e nem sempre o é!
A solução portanto é:
Siga as regras para não correr no erro de reinventar a roda mas acrescente economicamente, cuidadosamente e eficientemente, coisas novas e de caráter absolutamente pessoais, ok?
Por economia de tempo, algumas pessoas por sua própria personalidade, conseguem fazer simplesmente imitando. mais ou menos entre o aprender a andar de bicicletas e dirigir automóveis: a primeira experiência é imitativa a segunda precedida de orientações teóricas. Talvez porque no caso da bicicleta pode se dar ao luxo de levar inofensivos tombos e no caso dos automóveis pode dar em morte.
Escolha a sua estratégia ( a que melhor lhe convém! ) e mão à obra!
Sobre o vídeo e professor escolhido para esta postagem ( e mais um assunto relevante e quem não é tão ensinado nas salas de ula engessadas pelos terríveis programas de ensino que tentam adivinhar algo universal para todos os alunos ! outro erro desastrado que pretendo abordar em uma próxima postagem aqui no blog!)
O exemplo de hoje, é a prioridade e a funcionalidade do assunto ( do que se propõe ensinar ), a professora em questão fica numa janelinha e a atenção do aluno-espectador, é para o texto, para as frases e não para ela mesma. Aparentemente funciona muito bem para esta aula, mas creio não para todas as aulas de inglês e todas as questões relacionadas ao aprendizado da língua como nova aquisição.. Foi uma transposição tecnológica da sala de aula e da lousa para o vídeo.
Funciona? sim! mas se for usado como regra, por todos os professores de todas as matérias, como eu já explicitei, perde-se todo o apelo! Escolhi o exemplo porque este tipo de vídeo aula é boa e funciona melhor para revisões e não para assuntos especificamente novos! De qualquer modo fica o exemplo e o alerta!


Helvécio esta muito bom seu blog. Sucesso.
ResponderExcluirMuito obrigado! o objetivo é ajudar colegas a criativamente criarem suas vídeo aulas tanto para este período de distanciamento como posteriormente!
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